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Este blog visa à comunicação, à expressão, à análise e ao grito de todas as minhas idéias, intenções e conhecimentos.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Até que ponto a mídia domina você?

Nas últimas aulas de Tecnologia da Informação e Comunicação têm se discutido bastante a influência da mídia no cotidiano das pessoas pertencentes a este mundo globalizado, midiático e capitalista.
Não há como negar a força do poder subliminar da mídia que arraiga, lança raízes, na maneira de viver, pensar e agir de uma população constantemente vulnerável às suas informações, muitas vezes, distorcidas e inconclusas.
Se partirmos para uma perspectiva de observação mais educacional sobre esse assunto, consideraremos a opinião de Durkheim, que disse: “a educação tem por objetivo suscitar e desenvolver na criança estados físicos e morais que são requeridos pela sociedade política no seu conjunto.” Daí, podemos passar a conhecer o sentido educacional do qual a mídia tem se apropriado. Mas, como assim?
A televisão, poderoso veículo utilizado para a “socialização” dos conhecimentos e acontecimentos mundiais, é a fonte mais notória de jorrar notícias de forma cômoda e fácil. Porém, é justamente nessas facilidades de comunicar que estar o seu maior perigo. Grande parte das pessoas torna-se satisfeita em serem apenas receptoras de informações e pouco dá crédito ao valor da crítica e reflexão que podem, livremente, fazer a todas as postagens, imagens e programações que observam; com isso, a mídia se apropria de sua liberdade de expressão para, sem muitos esforços, educar à sua maneira a sociedade que não “pensa”.
            Diante disso, é mais que necessário estarmos atentos a todo tipo de conteúdo; buscando, constantemente, avaliar os motivos de determinadas centralizações da mídia em certos assuntos.

terça-feira, 5 de abril de 2011

E SUA MENTE, ESTÁ PROGRAMADA?


                                                  


                                              Admirável Chip Novo                                                                              


"Pane no sistema alguém me desconfigurou
Aonde estão meus olhos de robô?
Eu não sabia, eu não tinha percebido
Eu sempre achei que era vivo
Parafuso e fluído em lugar de articulação
Até achava que aqui batia um coração
Nada é orgânico é tudo programado
E eu achando que tinha me libertado
Mas lá vem eles novamente, eu sei o que vão fazer:
Reinstalar o sistema

Pense, fale, compre, beba
Leia,vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga
Tenha, more, gaste, viva

Pense, fale, compre, beba
Leia,vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga

Não senhor, Sim senhor, Não senhor, Sim senhor"
                                                                                         REFLITA!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Tecnologia da informação: Ambientes de saberes

Com os avanços tecnológicos sofridos em diversos setores que compõem e fazem funcionar o mundo, é preciso atentar para a realidade de que novos conhecimentos (em sentido curricular), não mais dependem de um projeto ou planejamento para serem difundidos, mas sim da construção de novos modelos de espaços dos conhecimentos, como afirma o filósofo em informação, Pierre Levy.
As tecnologias da informação, mais pensada na figura do computador, como meios (no plural) de fazer pensar, de fazer conhecer, de fazer comunicar, ou mesmo de fazer relacionar pessoas, proporcionam uma expansão de saberes, habilidades, capacidades, experiências, gostos, sabores e interesses; dos quais, intimamente ligados, operam efeitos inovadores, que podemos considerar “amigos” da educação. Uma vez que, a meu ver, a pluralidade de reflexões engaja críticas, opiniões e, portanto, promovem um ambiente de diversos saberes.
Mas, claro, toda essa pluralidade deve ser filtrada, já que nem todo conteúdo nela presente possuirá informações relevantes; principalmente para o espaço da educação, que requer restrições e, como afirma Michael Moore, professor da universidade da Pensnylvania, EUA, “as tecnologias só agregam valor ao processo de ensino quando estiverem acompanhadas de um bom planejamento pedagógico.
A respeito dos resultados advindos da expansão das tecnologias da informação é inegável a sua grande contribuição para a área da educação, contudo, há desafios a serem superados, como diz o educador americano Frederic Litto, da Universidade de São Paulo:
 “O desafio dos professores não será mais ensinar que Cabral descobriu o Brasil em 1500, mas fazer com que o aluno consiga resolver seus problemas utilizando os meios de tecnologia e informações disponíveis. O conceito da educação não será mais o de ‘informação de possível uso caso você precise’ mas o de ‘como enfrentar a melhor solução para problemas no momento em que eles surgem”.